sábado, 30 de outubro de 2010
Nossa terceira Jam foi uma delícia!! Experimentamos desenhos e espacialidades a partir do próprio corpo, do corpo do outro, ambiente, cadeiras... focalizamos um pouco a relação das mãos com a cabeça, influência bem vinda do grupo de estudos corponectivos, por meio de leituras dançadas do artífice, de Richard Sennett. Uma nova escolha musical nos levou a correlações entre manifestações comuns entre várias culturas, proximidades rítmicas, de utilização de espaço e relações corporais. Utilizamos em especial Anima, com sua escolha pela tradição oral, idade média, renascença, numa leitura híbrida, aberta e móvel, contemporânea e própria, de acordo com os próprios autores (mais Agambem, impossível!!!), Terra Sonora com música vocal e instrumental de várias regiões do mundo e, ainda Cantos de Trabalho, da Cia. Cabelo de Maria. As proximidades sonoras se intensificaram em nossas reflexões ao final da Jam, quando a Marcela nos mostrou um CD de música italiana, incrivemente próximo ao que tínhamos utilizado na Jam... que delícia!!! Confiram algumas imagens:

domingo, 3 de outubro de 2010
Olá a todos!!! Nosso segundo encontro foi um sucesso!!!
No cartaz já com fotos da primeira Jam!!!
Aproveito para iniciarmos então reflexões, debates, questões, enfim...
Finalizamos a segunda Jam pontuando algumas questões-mitos sobre a improvisação. Para improvisar é preciso muita técnica e um preparo específico de linguagem para lidar com as questões de interpretação e criação no momento da cena. Nesse encontro convidamos Marcelo Moacyr (Obrigada pela luz!!!!!) que trouxe como estímulo a iluminação nos provocando, bem como sendo provocado por nossas movimentações. Utilizei algumas referências da música bem conhecidas pela qualidade de improvisação... no início jazzísticas Herbie Hancock, Ricardo Silveira, Charles Mingus e depois Stevie Ray Vaughan improviso de guitarra sentimento puro, e ainda nosso querido Hermeto Pascoal gargarejando, improvisando em homanagem e Milles Davis e com brinquedos!! Escolhi mostrar também na música essa possibilidade da improvisação. Comentem, como foram essas referências estímulos??
Vejam algumas fotos de nosso segundo encontro:
No cartaz já com fotos da primeira Jam!!!
Aproveito para iniciarmos então reflexões, debates, questões, enfim...
Finalizamos a segunda Jam pontuando algumas questões-mitos sobre a improvisação. Para improvisar é preciso muita técnica e um preparo específico de linguagem para lidar com as questões de interpretação e criação no momento da cena. Nesse encontro convidamos Marcelo Moacyr (Obrigada pela luz!!!!!) que trouxe como estímulo a iluminação nos provocando, bem como sendo provocado por nossas movimentações. Utilizei algumas referências da música bem conhecidas pela qualidade de improvisação... no início jazzísticas Herbie Hancock, Ricardo Silveira, Charles Mingus e depois Stevie Ray Vaughan improviso de guitarra sentimento puro, e ainda nosso querido Hermeto Pascoal gargarejando, improvisando em homanagem e Milles Davis e com brinquedos!! Escolhi mostrar também na música essa possibilidade da improvisação. Comentem, como foram essas referências estímulos??
Vejam algumas fotos de nosso segundo encontro:
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